sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Morre Herbert Richers
É com pesar que morre o pioniero da indústria da dublagem no Brasil, Herbert Richers, dia 20, aos 86 anos de idade no Rio de Janeiro. Herbert estava internado na CTI da clínica São Vicente desde o dia 8, sofrendo de problemas renais cerca de um ano. O cineasta e produtor nasceu em Araraquara, São Paulo, em 11 de março de 1923.
Os familiares e amigos darão adeus no velório que acontece hoje, a partir das 14h, na capela 1 do cemitério Memorial do Carmo, no Rio.
A maior parte dos filmes dublados em português foram através dessa mesma dubladora que marcou a vida de tantos brasileiros.
O dublador Guilherme Briggs mostrou-se emocionado com o ocorrido: "Era um senhor de idade, mas mesmo assim não conseguia acreditar quando soube da noticia. Desde criança eu associo o nome dele à dublagem."
Orlando Drummond, famoso por vozes como Scooby-Doo e Alf, também declarou comoção: "Foi com ele que comecei a trabalhar com dublagem, foram cinquenta anos juntos. Ontem pensei tanto nele... Herbert foi um lutador, é uma perda irreparável para o mercado de dublagem.”
E para Herbert Richards, uma salva de palmas para todo o trabalho desempenhado por ele!
Escreveu Efraim Fernandes
EDITORIAL DO BLOG FUTEBOL, MÚSICA, ETC
Não foi apenas a morte de um empresário bem sucedido, mas foi também o adeus a um continuísta de espetáculos.
De que adiantariam as super produções cinematográficas, se não pudessem ser compreendidas por povos de outras nações?
De que adiantariam as mensagens impactantes, sonhadoras e incomensuráveis que só o cinema pode nos passar, se não houvesse o caminhar interlocutor entre produção e público-expectador?
Herbert Richards em muitos momentos foi o ouvido do povo brasileiro para uma das belas artes do mundo.
Que descanse em paz!
FME News
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E não deixem de acompanhar o Futebol Recordação no blog Pitacos do Bodaum. Chegou a vez do Brasileirão de 1984 e o título do Fluminense. Fique atento!
E amanhã, aqui no Futebol, Música, Etc; é dia de Fútbol Argentino. Não perca!
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Emoção até demais
Há muito não se via um jogo tão disputado, tão batalhado, tão brigado, tão exaltado... Ao melhor estilo conto dramático, vimos um início feliz, pois o Fluminense começou classificado. E o desenvolvimento foi a tranqüilidade sendo trocada pela insegurança. O gol do Cerro levava a classificação a ser decidida nos pênaltis, já que os brasileiros tinham vencido no Paraguai.
Mas o Flu ta impossível, em estado de graça. Está louvado. Mais um episódio que pudemos testemunhar João de Deus abençoando a todos no Maracanã, desde que claro, fosse tricolor.
Nos últimos atos, a explosão, nos dois sentidos, diga-se de passagem. Um gol aos 45 e outro aos 47. Na base da emoção, do coração na ponta da chuteira, aconteceu uma virada daquelas que dificilmente será esquecida pela torcida. E até mesmo pelos oponentes que, no reflexo da inferioridade e da própria derrota, partiram pra cima dos profissionais do Fluminense protagonizando uma lamentável cena de pancadaria generalizada.
E essa classificação para a final da Sul-Americana, especialmente esse segundo jogo no Maracanã, conseguiu retratar perfeitamente a temporada do clube das Laranjeiras num todo. Início tranqüilo. Desespero na maior parte do tempo. Quando chegava ao fim, a força de vontade resultou em superação. O objetivo foi conquistado.
Por mais que sejam dois campeonatos paralelos, que haja desgaste, cansaço com viagens e tudo mais de negativo que possa acontecer, a gana dos jogadores em vencer cada jogo como se fosse o prato de comida da vida, vem contrariando qualquer expectativa pessimista em cima do time.
Óbvio que qualquer derrota no nacional pode tirar quase que por completo as chances de escapar do rebaixamento. Mas quem nega que hoje, o Fluminense não leva medo aos adversários, tanto no torneio continental como no nacional?
Mas o Flu ta impossível, em estado de graça. Está louvado. Mais um episódio que pudemos testemunhar João de Deus abençoando a todos no Maracanã, desde que claro, fosse tricolor.
Nos últimos atos, a explosão, nos dois sentidos, diga-se de passagem. Um gol aos 45 e outro aos 47. Na base da emoção, do coração na ponta da chuteira, aconteceu uma virada daquelas que dificilmente será esquecida pela torcida. E até mesmo pelos oponentes que, no reflexo da inferioridade e da própria derrota, partiram pra cima dos profissionais do Fluminense protagonizando uma lamentável cena de pancadaria generalizada.
E essa classificação para a final da Sul-Americana, especialmente esse segundo jogo no Maracanã, conseguiu retratar perfeitamente a temporada do clube das Laranjeiras num todo. Início tranqüilo. Desespero na maior parte do tempo. Quando chegava ao fim, a força de vontade resultou em superação. O objetivo foi conquistado.
Por mais que sejam dois campeonatos paralelos, que haja desgaste, cansaço com viagens e tudo mais de negativo que possa acontecer, a gana dos jogadores em vencer cada jogo como se fosse o prato de comida da vida, vem contrariando qualquer expectativa pessimista em cima do time.
Óbvio que qualquer derrota no nacional pode tirar quase que por completo as chances de escapar do rebaixamento. Mas quem nega que hoje, o Fluminense não leva medo aos adversários, tanto no torneio continental como no nacional?
[Foto: Agência O Globo]
FME News
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quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Artilheiros e percentual de gols da sua equipe

Apesar do Brasileirão não ter jogos com caráter de final, temos dois finalistas: São Paulo e Flamengo. Até aí nada demais. Quando vamos chegando ao final da competição é comum que analisemos as características e pontos fortes dos postulantes ao título. Um fator interessante para se observar são os artilheiros desses times.
Curiosamente, o líder do campeonato, não tem o seu maior goleador nem entre os dez maiores artilheiros do Brasileirão. Washington, fez pelo São Paulo apenas 11 gols. Por outro lado, o outro concorrente ao título, o Flamengo, vice-líder, tem o artilheiro da competição com 19 gols.
O jornalista Paulo Vinicius Coelho divulgou em seu blog, no site da ESPN uma lista com os artilheiros e o percentual de gols em cima de todos os gols marcados pela sua equipe. Esse balanço contou com o resultado de todas as edições do Campeonato Brasileiro até o de 2008. Só para constar, Adriano possui 35% dos gols flamenguistas até o momento. Confira a lista abaixo:
1971 - Atlético Mineiro (39 gols) - Dario (15 gols) - 38%
1972 - Palmeiras (46 gols) - Leivinha (15 gols) - 32%
1973 - Palmeiras (52 gols) - Leivinha (20 gols) - 38%
1974 - Vasco (33 gols) - Roberto (16 gols) - 48%
1975 - Internacional (51 gols) - Flávio (16 gols) - 31%
1976 - Internacional (59 gols) - Dario (16 gols) - 27%
1977 - São Paulo (40 gols) - Serginho (18 gols) - 45%
1978 - Guarani (57 gols) - Careca e Zenon (13 gols) - 22%
1979 - Internacional (40 gols) - Jair (9 gols) - 22%
1980 - Flamengo (46 gols) - Zico (21 gols) - 45%
1981 - Grêmio (32 gols) - Tarciso (7 gols) - 21,8%
1982 - Flamengo (48 gols) - Zico (20 gols) - 41,6%
1983 - Flamengo (57 gols) - Zico (17 gols) - 29,5%
1984 - Fluminense (39 gols) - Assis e Washington (9 gols) - 23%
1985 - Coritiba (25 gols) - Índio (9 gols) - 36%
1986 - São Paulo (62 gols) - Careca (25 gols) - 40%
1987 - Flamengo (22 gols) - Bebeto (7 gols) - 31,8%
1987 - Sport (27 gols) - Nando (8 gols) - 29%
1988 - Bahia (33 gols) - Zé Carlos (9 gols) - 27%
1989 - Vasco (27 gols) - Bismarck (8 gols) - 29,6%
1990 - Corinthians (23 gols) - Neto (9 gols) - 39%
1991 - São Paulo (28 gols) - Raí (7 gols) - 25%
1992 - Flamengo (44 gols) - Júnior (9 gols) - 20%
1993 - Palmeiras (40 gols) - Edmundo (11 gols) - 27%
1994 - Palmeiras (58 gols) - Rivaldo (14 gols) - 24%
1995 - Botafogo (46 gols) - Túlio (23 gols) - 50%
1996 - Grêmio (52 gols) - Paulo Nunes (16 gols) - 30%
1997 - Vasco (69 gols) - Edmundo (29 gols) - 42%
1998 - Corinthians (55 gols) - Marcelinho (18 gols) - 33%
1999 - Corinthians (61 gols) - Luizão (21 gols) - 34%
2000 - Vasco (51 gols) - Romário (20 gols) - 39%
2001 - Atlético Paranaense (68 gols) - Kléber Pereira (17 gols) - 25%
2002 - Santos (59 gols) - Diego e Robinho (10 gols) - 16%
2003 - Cruzeiro (102 gols) - Alex (23 gols) - 22%
2004 - Santos (103 gols) - Deivid e Robinho (21 gols) - 20%
2005 - Corinthians (87 gols) - Tévez (19 gols) - 22%
2006 - São Paulo (66 gols) - Lenílson (8 gols) - 12%
2007 - São Paulo (55 gols) - Borges (9 gols) - 16%
2008 - São Paulo (66 gols) - Hugo (10 gols) - 15%
Curiosamente, o líder do campeonato, não tem o seu maior goleador nem entre os dez maiores artilheiros do Brasileirão. Washington, fez pelo São Paulo apenas 11 gols. Por outro lado, o outro concorrente ao título, o Flamengo, vice-líder, tem o artilheiro da competição com 19 gols.
O jornalista Paulo Vinicius Coelho divulgou em seu blog, no site da ESPN uma lista com os artilheiros e o percentual de gols em cima de todos os gols marcados pela sua equipe. Esse balanço contou com o resultado de todas as edições do Campeonato Brasileiro até o de 2008. Só para constar, Adriano possui 35% dos gols flamenguistas até o momento. Confira a lista abaixo:
1971 - Atlético Mineiro (39 gols) - Dario (15 gols) - 38%
1972 - Palmeiras (46 gols) - Leivinha (15 gols) - 32%
1973 - Palmeiras (52 gols) - Leivinha (20 gols) - 38%
1974 - Vasco (33 gols) - Roberto (16 gols) - 48%
1975 - Internacional (51 gols) - Flávio (16 gols) - 31%
1976 - Internacional (59 gols) - Dario (16 gols) - 27%
1977 - São Paulo (40 gols) - Serginho (18 gols) - 45%
1978 - Guarani (57 gols) - Careca e Zenon (13 gols) - 22%
1979 - Internacional (40 gols) - Jair (9 gols) - 22%
1980 - Flamengo (46 gols) - Zico (21 gols) - 45%
1981 - Grêmio (32 gols) - Tarciso (7 gols) - 21,8%
1982 - Flamengo (48 gols) - Zico (20 gols) - 41,6%
1983 - Flamengo (57 gols) - Zico (17 gols) - 29,5%
1984 - Fluminense (39 gols) - Assis e Washington (9 gols) - 23%
1985 - Coritiba (25 gols) - Índio (9 gols) - 36%
1986 - São Paulo (62 gols) - Careca (25 gols) - 40%
1987 - Flamengo (22 gols) - Bebeto (7 gols) - 31,8%
1987 - Sport (27 gols) - Nando (8 gols) - 29%
1988 - Bahia (33 gols) - Zé Carlos (9 gols) - 27%
1989 - Vasco (27 gols) - Bismarck (8 gols) - 29,6%
1990 - Corinthians (23 gols) - Neto (9 gols) - 39%
1991 - São Paulo (28 gols) - Raí (7 gols) - 25%
1992 - Flamengo (44 gols) - Júnior (9 gols) - 20%
1993 - Palmeiras (40 gols) - Edmundo (11 gols) - 27%
1994 - Palmeiras (58 gols) - Rivaldo (14 gols) - 24%
1995 - Botafogo (46 gols) - Túlio (23 gols) - 50%
1996 - Grêmio (52 gols) - Paulo Nunes (16 gols) - 30%
1997 - Vasco (69 gols) - Edmundo (29 gols) - 42%
1998 - Corinthians (55 gols) - Marcelinho (18 gols) - 33%
1999 - Corinthians (61 gols) - Luizão (21 gols) - 34%
2000 - Vasco (51 gols) - Romário (20 gols) - 39%
2001 - Atlético Paranaense (68 gols) - Kléber Pereira (17 gols) - 25%
2002 - Santos (59 gols) - Diego e Robinho (10 gols) - 16%
2003 - Cruzeiro (102 gols) - Alex (23 gols) - 22%
2004 - Santos (103 gols) - Deivid e Robinho (21 gols) - 20%
2005 - Corinthians (87 gols) - Tévez (19 gols) - 22%
2006 - São Paulo (66 gols) - Lenílson (8 gols) - 12%
2007 - São Paulo (55 gols) - Borges (9 gols) - 16%
2008 - São Paulo (66 gols) - Hugo (10 gols) - 15%
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Desculpas a Fred
Aqui no “Futebol, Música, Etc”, no dia 27 de outubro, foi divulgada uma crônica a respeito do atacante Fred do Fluminense. O conteúdo foi em conseqüência a uma declaração do jogador dizendo que para continuar no clube, numa possível disputa da Série B, seria necessário que não se repetissem erros num passado recente.
Em virtude disso, o texto prosseguiu numa forma de crítica ao jogador, levando-se em conta, que entre as ações do até então passado recente tricolor, incluía-se também a sua contratação. Veja abaixo um trecho desse post:
“E ele? Será que também não tem nenhum erro pra reparar com a torcida? Sim, porque a torcida do Flu o recebeu de braços abertos já dando status de ídolo desde a sua chegada. Vale lembrar novamente que ele não retribuiu esse carinho todo.
Tudo bem que fica difícil considera-lo um garoto mimado, (fato que ele tanto vem reclamando) diante dos inúmeros problemas que ele teve. Mas também fica complicado entender como um jogador não pode estar no seu clube trabalhando para a recuperação física, mas pode estar passeando em Minas Gerais e surfando nas praias de Ipanema.
Se o Fluminense errou aos montes esse ano, Fred também não foi “o correto” pra ficar cheio de moral criticando as ações de dirigentes que acreditaram no seu potencial.”
O mais curioso é que logo após esse post, o centroavante se recuperou totalmente da lesão, voltou aos campos e começou a fazer gols sem parar.
Dez jogos depois, a situação é completamente outra. O Flu, claro, ainda é super ameaçado ao rebaixamento. Porém, hoje está bem mais aliviado do que antes, graças aos gols de Fred.
Como todo grande jogador (e ele está provando isso), respondeu não apenas a este blog (que é óbvio que ele nem sabe da existência), mas também a toda a imprensa, que vinha o criticando. E até mesmo a torcida do Fluminense, que já não acreditava tanto assim na sua índole.
Caso parecido também com o do técnico Cuca, que chegou as Laranjeiras um tanto quanto queimado devido a problemas de relacionamento na sua última passagem pelo Flamengo.
Considerando que a equipe saia desse buraco, as glorias deverão ser depositada em maior proporção a esse dois “milagreiros”. E isso, amigos, é o que poderemos chamar de um tapa ‘duplo’ na cara da mídia.
[Foto: Agência O Globo]
FME News
E já está publicada mais uma edição do DEBATSPORTS sobre vários assuntos. Participem também da Seleção do Debatsports. Não perca!
Postado mais um Futebol Recordação no blog Pitacos do Bodaum. Chegou a vez do Brasileirão de 1984 e o título do Fluminense. Confira!
Em virtude disso, o texto prosseguiu numa forma de crítica ao jogador, levando-se em conta, que entre as ações do até então passado recente tricolor, incluía-se também a sua contratação. Veja abaixo um trecho desse post:
“E ele? Será que também não tem nenhum erro pra reparar com a torcida? Sim, porque a torcida do Flu o recebeu de braços abertos já dando status de ídolo desde a sua chegada. Vale lembrar novamente que ele não retribuiu esse carinho todo.
Tudo bem que fica difícil considera-lo um garoto mimado, (fato que ele tanto vem reclamando) diante dos inúmeros problemas que ele teve. Mas também fica complicado entender como um jogador não pode estar no seu clube trabalhando para a recuperação física, mas pode estar passeando em Minas Gerais e surfando nas praias de Ipanema.
Se o Fluminense errou aos montes esse ano, Fred também não foi “o correto” pra ficar cheio de moral criticando as ações de dirigentes que acreditaram no seu potencial.”
O mais curioso é que logo após esse post, o centroavante se recuperou totalmente da lesão, voltou aos campos e começou a fazer gols sem parar.
Dez jogos depois, a situação é completamente outra. O Flu, claro, ainda é super ameaçado ao rebaixamento. Porém, hoje está bem mais aliviado do que antes, graças aos gols de Fred.
Como todo grande jogador (e ele está provando isso), respondeu não apenas a este blog (que é óbvio que ele nem sabe da existência), mas também a toda a imprensa, que vinha o criticando. E até mesmo a torcida do Fluminense, que já não acreditava tanto assim na sua índole.
Caso parecido também com o do técnico Cuca, que chegou as Laranjeiras um tanto quanto queimado devido a problemas de relacionamento na sua última passagem pelo Flamengo.
Considerando que a equipe saia desse buraco, as glorias deverão ser depositada em maior proporção a esse dois “milagreiros”. E isso, amigos, é o que poderemos chamar de um tapa ‘duplo’ na cara da mídia.
[Foto: Agência O Globo]
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domingo, 15 de novembro de 2009
Eles estão chegando

O Flamengo é a equipe que nesse Brasileirão podemos dizer que certamente viveu de tudo. Foi de um principio de preocupação contra o rebaixamento à realidade concreta de briga pelo título. Com a vitória sobre o Náutico, pela primeira vez, o rubro-negro estaciona na vice-liderança, passando o Palmeiras.
Lá atrás, o clube vivia uma situação um tanto quanto conturbada. O até então técnico Cuca, vivia em pé de guerra com os jogadores, fato esse que ainda não era de conhecimento da imprensa. Com a saída do treinador, tudo isso passou a ser da sabedoria de todos, inclusive da torcida.
A partir daí houve uma incrível união em torno de Andrade, que num primeiro momento, chegou como um simples interino. Seria algo momentâneo. Mas não, acabou sendo a escrita de uma bela história.
Com três bons resultados nas suas primeiras partidas comandando o Mengão no Brasileirão 2009, os gritos que o ex-auxiliar técnico escutava da arquibancada era os de “fica Andrade”. E assim foi feito.
Porém, outro capítulo começou a ser descrito. Os inúmeros desfalques, de vários jogadores. Kleberson, Juan, Léo Moura, Airton, David, Zé Roberto, Everton. O desespero batia à porta da Gávea. A garotada que entrou, acabou sendo colocada numa fogueira. E com as pressões cada vez maiores à medida que os resultados não correspondiam, a aproximação com a zona de rebaixamento se tornava uma realidade.
Por ser um ano de eleição no Fla (fato que tradicionalmente contribui pra confusões no clube) a torcida começou a pensar no pior, um filme que não seria nenhuma novidade A conflitante briga contra a segunda divisão.
Mas algumas contratações foram feitas na medida. Maldonado e Álvaro já entraram muito bem, consertaram a defesa e marcaram o que foi o início da arrancada do time em Campeonatos Brasileiro (mais uma). Petkovic começou a desencantar. Deixou de ser uma ação contra as dívidas trabalhistas para se tornar o cérebro do meio-campo flamenguista. Adriano passou a fazer gol sem parar....
Atropelando os adversários que apareciam pela frente, demonstrando segurança no seu setor defensivo, categoria na meiuca e um belo poder de fogo no ataque, o Flamengo foi subindo, subindo, subindo. A Libertadores começou a ser um sonho cada vez menos distante. Hoje é praticamente certa. Agora a busca já é pelo título.
O São Paulo está na liderança faltando três jogos pra acabar o torneio. Mas sabe bem que o rival carioca vem jogando melhor. O medo existe. Pra nós, expectadores da competição, isso é muito positivo, pois mostra que pontos corridos também pode apresentar uma disputa “de matar”.
Lá atrás, o clube vivia uma situação um tanto quanto conturbada. O até então técnico Cuca, vivia em pé de guerra com os jogadores, fato esse que ainda não era de conhecimento da imprensa. Com a saída do treinador, tudo isso passou a ser da sabedoria de todos, inclusive da torcida.
A partir daí houve uma incrível união em torno de Andrade, que num primeiro momento, chegou como um simples interino. Seria algo momentâneo. Mas não, acabou sendo a escrita de uma bela história.
Com três bons resultados nas suas primeiras partidas comandando o Mengão no Brasileirão 2009, os gritos que o ex-auxiliar técnico escutava da arquibancada era os de “fica Andrade”. E assim foi feito.
Porém, outro capítulo começou a ser descrito. Os inúmeros desfalques, de vários jogadores. Kleberson, Juan, Léo Moura, Airton, David, Zé Roberto, Everton. O desespero batia à porta da Gávea. A garotada que entrou, acabou sendo colocada numa fogueira. E com as pressões cada vez maiores à medida que os resultados não correspondiam, a aproximação com a zona de rebaixamento se tornava uma realidade.
Por ser um ano de eleição no Fla (fato que tradicionalmente contribui pra confusões no clube) a torcida começou a pensar no pior, um filme que não seria nenhuma novidade A conflitante briga contra a segunda divisão.
Mas algumas contratações foram feitas na medida. Maldonado e Álvaro já entraram muito bem, consertaram a defesa e marcaram o que foi o início da arrancada do time em Campeonatos Brasileiro (mais uma). Petkovic começou a desencantar. Deixou de ser uma ação contra as dívidas trabalhistas para se tornar o cérebro do meio-campo flamenguista. Adriano passou a fazer gol sem parar....
Atropelando os adversários que apareciam pela frente, demonstrando segurança no seu setor defensivo, categoria na meiuca e um belo poder de fogo no ataque, o Flamengo foi subindo, subindo, subindo. A Libertadores começou a ser um sonho cada vez menos distante. Hoje é praticamente certa. Agora a busca já é pelo título.
O São Paulo está na liderança faltando três jogos pra acabar o torneio. Mas sabe bem que o rival carioca vem jogando melhor. O medo existe. Pra nós, expectadores da competição, isso é muito positivo, pois mostra que pontos corridos também pode apresentar uma disputa “de matar”.

[Foto: Agência O Globo]
FME News
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sábado, 14 de novembro de 2009
Fútbol Argentino: Messi está aliviado. Tevez fala em aposentadoria

Hoje à noite, as Seleções da Argentina e da Espanha entrarão no gramado do estádio Vicente Calderon para fazerem um duelo de opostos.
Enquanto a seleção espanhola se classificou tranquilamente para a Copa de 2010 e tem no comando Vicente Del Bosque, com um elogiável trabalho que vem junto dos seus comandados formando um dos melhores times do mundo, A seleção argentina vem mal. Maradona está deveras contestado, com torcedores até pedindo a sua saída. A vaga conquistada para o mundial foi bem sacrificante, com um toque intenso de dramaticidade bem ao estilo tango porteño.
Este jogo marcará a ultima apresentação argentina no ano. A intenção é limpar a má impressão deixada nas Eliminatórias. Além de poder observar o desempenho dos convocados (para o confronto, somente os que jogam na Europa) sem a pressão de uma obrigação de vitória, como foi o caso dos últimos jogos vividos pela Argentina.
A escalação das seleções deverá ser a seguinte:
Espaha: Iker Casillas; Sergio Ramos, Puyol, Piqué, Capdevila; Xabi Alonso, Xavi, Iniesta, Cesc, Silva; e Villa.
Argentina: Sergio Romero; Coloccini, Demichelis, Heinze, Ansaldi; Maxi Rodríguez, Mascherano, Cambiasso, Di María; Higuaín e Messi.
Enquanto a seleção espanhola se classificou tranquilamente para a Copa de 2010 e tem no comando Vicente Del Bosque, com um elogiável trabalho que vem junto dos seus comandados formando um dos melhores times do mundo, A seleção argentina vem mal. Maradona está deveras contestado, com torcedores até pedindo a sua saída. A vaga conquistada para o mundial foi bem sacrificante, com um toque intenso de dramaticidade bem ao estilo tango porteño.
Este jogo marcará a ultima apresentação argentina no ano. A intenção é limpar a má impressão deixada nas Eliminatórias. Além de poder observar o desempenho dos convocados (para o confronto, somente os que jogam na Europa) sem a pressão de uma obrigação de vitória, como foi o caso dos últimos jogos vividos pela Argentina.
A escalação das seleções deverá ser a seguinte:
Espaha: Iker Casillas; Sergio Ramos, Puyol, Piqué, Capdevila; Xabi Alonso, Xavi, Iniesta, Cesc, Silva; e Villa.
Argentina: Sergio Romero; Coloccini, Demichelis, Heinze, Ansaldi; Maxi Rodríguez, Mascherano, Cambiasso, Di María; Higuaín e Messi.

E por falar na Seleção da Argentina, um dos seus astros, o craque Messi, falou ao canal TyC Sports sobre a atual situação da seleção:
“A partir de agora vai ser tudo diferente. Vivemos momentos muito duros, sofremos e tiramos um grande peso das nossas costas. A mala pesava muito, porque víamos que não estávamos no melhor da forma”.
E ele aproveitou pra demonstrar o alívio da classificação e fortalecer seus sentimentos com a camisa azul e branca:
“Se não nos classificássemos, eu seria o segundo a ser fuzilado. São tantas idiotices que dizem sobre meu sentimento com essa camisa. Se não a sentisse, não faria tantas viagens”.
E ele encerrou vislumbrando a Copa com muita expectativa e felicidade:
“Farei tudo para conquistar o Mundial, trocaria todos os títulos que consegui com o Barcelona. Seria o máximo. Tomara que seja meu Mundial. Espero com muita vontade. Estou seguro que vamos dar trabalho e espero estar em um bom nível”.

Enquanto Messi fala sobre o futuro num tom bem animador, a realidade de Tevez já é bem diferente. A falta de gols pela seleção e duas expulsões nas Eliminatórias, tiraram a condição de titular de Carlitos, que reconhece viver um momento complicado:
“Eu tive minha chance e não aproveitei. Quando a equipe necessitava de gols, eu não pude ajudar. Agora, há vários atacantes na minha frente”.
Muitos jogadores reclamaram e até protestaram contra a imprensa argentina após a classificação pra Copa. O motivo foi o grande número de críticas contra os atletas justamente na ocasião em que eles mais necessitavam de apoio. Um dos que vem usando um tom mais pesado nesse assunto é o atacante Tevez:
“Tivemos muita pressão, nos criticaram muitíssimo e algumas vezes com certa razão. Mas, dizer que não jogávamos bem por falta de dinheiro eu não aceito”.
O jogador se referiu também ao episódio anterior aos jogos contra Peru e Uruguai, quando foi chamado de mercenário pela imprensa do seu país. Isso se deveu após ele se apresentar para esses jogos da seleção sem condições físicas, por ter jogado pelo seu time, o Manchester City em plena segunda-feira.
O atacante também falou sobre seu futuro, demonstrando cansaço com relação ao futebol:
“Tenho quatro anos de contrato, mas estou exausto. Se ganharmos o Mundial será meu último grande desafio. Depois, não sei o que pode vir. Eu quero jogar, desfrutar e dar tudo de mim para estar presente”.
[Fotos: Fútbol Porteño]
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Virou bagunça

As reclamações dentro de campo contra os árbitros, desde sempre foi uma rotina, principalmente no futebol brasileiro. Mas, especialmente nesse ano, parece que a situação vai chegar a um ponto crítico jamais visto antes. Pelo menos em se tratando dos últimos anos.
É óbvio que não podemos esquecer o caso de Edilson Pereira de Carvalho e a Máfia dos Apitos em 2005. Mas este, queira Deus, foi um episódio isolado.
Após o Palmeiras ter participado do jogo mais polêmico da rodada passada, mais uma vez a equipe paulista se viu envolvida em lances discutíveis relacionados a arbitragem. Dessa vez, porém, nada de prejuízos contra o Sr. Belluzzo.
Pois bem, vamos ser honestos. O gol de Danilo, segundo do alviverde no empate em 2x2 desta quarta-feira, foi legítimo. A defesa do Sport saiu quase inteira pra fazer linha de impedimento, mas Elder Granja ficou pra trás e deu condições para o gol palmeirense.
Da parte rubro-negra as reclamações dão conta do apito do juiz, Elmo Alves, antes da conclusão da jogada. O goleiro Magrão, do time pernambucano, chegou a falar aos repórteres após a partida, que tinha parado no lance por não ser surdo e ter escutado o apito.
No final das contas, Sport rebaixado e Palmeiras na liderança, entretanto, desperdiçando mais dois pontos em casa e podendo, quem sabe, cair para a terceira colocação ao final da rodada.
Não é cabível que os jogadores do Leão coloquem a culpa em outro fatores pelo sua queda. O time fez um péssimo Campeonato Brasileiro, quando começou a atravessar uma crise sem precedentes, iniciada desde a briga entre Nelsinho Batista e Paulo Baier. Ambos não estão mais no clube.
Quanto ao Palmeiras, nem está em queda livre de rendimento por causa do Simon e muito menos voltou a liderança (mesmo que de forma momentânea) por causa de Elmo Alves.
As equipes desse Brasileirão sabem que existe um equilíbrio imenso entre as partes. Fato esse que fez (e ainda faz) todos sofrerem resultados inesperados e até mesmo vergonhosos. Até mesmo o campeão terá sua campanha manchada.
Portanto, ficar de choradeira por causa de um erro ou outro, dentro de uma enormidade que atinge a todos prejudicando e beneficiando, é querer tapar o sol com a peneira e tentar disfarçar a sua própria incompetência em determinados jogos.
[Foto: Agência O Globo]
FME News
E já está publicada mais uma edição do DEBATSPORTS sobre o Brasileirão 2009. Participem também da Seleção do Debatsports. Não perca!
Já está disponível mais uma edição Futebol Recordação no blog Pitacos do Bodaum. Chegou a vez do Brasileirão de 1983 e o segundo título do Flamengo. Fique atento!
É óbvio que não podemos esquecer o caso de Edilson Pereira de Carvalho e a Máfia dos Apitos em 2005. Mas este, queira Deus, foi um episódio isolado.
Após o Palmeiras ter participado do jogo mais polêmico da rodada passada, mais uma vez a equipe paulista se viu envolvida em lances discutíveis relacionados a arbitragem. Dessa vez, porém, nada de prejuízos contra o Sr. Belluzzo.
Pois bem, vamos ser honestos. O gol de Danilo, segundo do alviverde no empate em 2x2 desta quarta-feira, foi legítimo. A defesa do Sport saiu quase inteira pra fazer linha de impedimento, mas Elder Granja ficou pra trás e deu condições para o gol palmeirense.
Da parte rubro-negra as reclamações dão conta do apito do juiz, Elmo Alves, antes da conclusão da jogada. O goleiro Magrão, do time pernambucano, chegou a falar aos repórteres após a partida, que tinha parado no lance por não ser surdo e ter escutado o apito.
No final das contas, Sport rebaixado e Palmeiras na liderança, entretanto, desperdiçando mais dois pontos em casa e podendo, quem sabe, cair para a terceira colocação ao final da rodada.
Não é cabível que os jogadores do Leão coloquem a culpa em outro fatores pelo sua queda. O time fez um péssimo Campeonato Brasileiro, quando começou a atravessar uma crise sem precedentes, iniciada desde a briga entre Nelsinho Batista e Paulo Baier. Ambos não estão mais no clube.
Quanto ao Palmeiras, nem está em queda livre de rendimento por causa do Simon e muito menos voltou a liderança (mesmo que de forma momentânea) por causa de Elmo Alves.
As equipes desse Brasileirão sabem que existe um equilíbrio imenso entre as partes. Fato esse que fez (e ainda faz) todos sofrerem resultados inesperados e até mesmo vergonhosos. Até mesmo o campeão terá sua campanha manchada.
Portanto, ficar de choradeira por causa de um erro ou outro, dentro de uma enormidade que atinge a todos prejudicando e beneficiando, é querer tapar o sol com a peneira e tentar disfarçar a sua própria incompetência em determinados jogos.
[Foto: Agência O Globo]
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quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Precipitação

No momento em que o Campeonato Brasileiro pega fogo com disputa não apenas dentro de campo, mas foram também, todo cuidado e concentrações são poucos. É preciso prestar atenção para não dar motivos para os adversários se contagiarem. Mas parece que um grupo de torcedores são paulinos não está nem um pouco preocupado com isso.
Essas camisas que aparecem na foto do post, fazendo alusão ao hepta campeonato e contando também com a conquista da Libertadores no ano que vem, já está a venda na internet.
É importante ter em mente que esse trabalho é fruto de um grupo de pessoas sem nenhum vínculo com o clube. Mas mesmo assim, isso pode atrapalhar.
Palmeiras, Flamengo e até mesmo outros times que ainda tenham grandes chances matemáticas de título, provavelmente vão usar essa “comemoração antecipada” da torcida tricolor para impulsionarem seus jogadores a mudarem essa história. Não que tal acontecimento seja diretamente necessário.
Soma-se a isso, o fato de nos últimos três anos, termos visto a equipe paulista imperar no futebol brasileiro conquistando três canecos seguidos do nosso campeonato nacional.
A camisa pode acabar tendo uma serventia nada desejável por parte dos tricolores. A disputa está acirrada e ter certeza de título, nesse momento, é no mínimo maluquice.
Essas camisas que aparecem na foto do post, fazendo alusão ao hepta campeonato e contando também com a conquista da Libertadores no ano que vem, já está a venda na internet.
É importante ter em mente que esse trabalho é fruto de um grupo de pessoas sem nenhum vínculo com o clube. Mas mesmo assim, isso pode atrapalhar.
Palmeiras, Flamengo e até mesmo outros times que ainda tenham grandes chances matemáticas de título, provavelmente vão usar essa “comemoração antecipada” da torcida tricolor para impulsionarem seus jogadores a mudarem essa história. Não que tal acontecimento seja diretamente necessário.
Soma-se a isso, o fato de nos últimos três anos, termos visto a equipe paulista imperar no futebol brasileiro conquistando três canecos seguidos do nosso campeonato nacional.
A camisa pode acabar tendo uma serventia nada desejável por parte dos tricolores. A disputa está acirrada e ter certeza de título, nesse momento, é no mínimo maluquice.
[Foto: Globoesporte.com]
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terça-feira, 10 de novembro de 2009
Precisamos de imagens

Estou lembrando de um caso que aconteceu há muitos anos atrás. Na Escola de Base, onde pais de alunos acusavam os funcionários de abuso sexual contra seus filhos, menores de idade. O caso repercutiu na mídia, que tratava os acusados como criminosos. Toda a sociedade embarcou na onda. Essas pessoas que passavam por uma verdadeira crucificação mal podiam sair na rua. Depois ficou provado que tudo isso não passou de acusações infundadas. Esses funcionários eram inocentes. Não havia acontecido nenhum abuso sexual na escola. Um país inteiro ficou com cara de taxo e totalmente sem graça por terem incriminado erroneamente os profissionais da Escola de Base.
Será que isso pode voltar à tona com Carlos Eugênio Simon?
Eu, você e praticamente todas as pessoas que opinaram sobre o caso deram a entender que o gol do Palmeiras contra o Flu foi mal anulado. Colocamos em dúvida a honra, o caráter e a dignidade do arbitro. Tudo bem que toda essa pressão acaba sendo absorvida pela péssima arbitragem que somos obrigados a aturar no Brasileirão.
Ontem na gravação do programa DEBATSPORTS, o comentarista Michel Farias chamou atenção para um fato curioso. Segundo ele, na entrevista após o término do primeiro tempo, ao ser perguntado sobre o lance, o atacante Obina (principal envolvido no lance) não fez nenhuma reclamação sobre a jogada e disse ter sido algo normal.
Outra situação comentada por Michel, foi quanto à possibilidade da falta ter acontecido antes do momento em que as câmeras focaram em Obina e Maicon. Até agora, só temos imagens dos dois quando a bola já está chegando.
Ai eu pergunto: já imaginaram se o Simon for inocente? Se a falta do atacante palmeirense realmente aconteceu no jogador tricolor?
Nisso tudo, quem pode ficar numa posição muito incômoda é o presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo. Ele fez pesadas críticas contra o árbitro e provavelmente terá que responder por elas judicialmente.
Mas claro, façamos do bom senso a nova ordem. Não apenas a classe de árbitros brasileiros, como o próprio Simon, ao longo da sua carreira, colaboraram e colaboram para que o torcedor não agüente mais ver seguidos erros e prejuízos profundos contra seu time.
Mas não podemos esquecer uma outra situação: um dia um time é prejudicado, mas no outro é beneficiado.
Por exemplo, no jogo Cruzeiro x Palmeiras, no Mineirão, pelo Brasileirão desse ano, foram quatro pênaltis não marcados pra equipe mineira...
Será que isso pode voltar à tona com Carlos Eugênio Simon?
Eu, você e praticamente todas as pessoas que opinaram sobre o caso deram a entender que o gol do Palmeiras contra o Flu foi mal anulado. Colocamos em dúvida a honra, o caráter e a dignidade do arbitro. Tudo bem que toda essa pressão acaba sendo absorvida pela péssima arbitragem que somos obrigados a aturar no Brasileirão.
Ontem na gravação do programa DEBATSPORTS, o comentarista Michel Farias chamou atenção para um fato curioso. Segundo ele, na entrevista após o término do primeiro tempo, ao ser perguntado sobre o lance, o atacante Obina (principal envolvido no lance) não fez nenhuma reclamação sobre a jogada e disse ter sido algo normal.
Outra situação comentada por Michel, foi quanto à possibilidade da falta ter acontecido antes do momento em que as câmeras focaram em Obina e Maicon. Até agora, só temos imagens dos dois quando a bola já está chegando.
Ai eu pergunto: já imaginaram se o Simon for inocente? Se a falta do atacante palmeirense realmente aconteceu no jogador tricolor?
Nisso tudo, quem pode ficar numa posição muito incômoda é o presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo. Ele fez pesadas críticas contra o árbitro e provavelmente terá que responder por elas judicialmente.
Mas claro, façamos do bom senso a nova ordem. Não apenas a classe de árbitros brasileiros, como o próprio Simon, ao longo da sua carreira, colaboraram e colaboram para que o torcedor não agüente mais ver seguidos erros e prejuízos profundos contra seu time.
Mas não podemos esquecer uma outra situação: um dia um time é prejudicado, mas no outro é beneficiado.
Por exemplo, no jogo Cruzeiro x Palmeiras, no Mineirão, pelo Brasileirão desse ano, foram quatro pênaltis não marcados pra equipe mineira...
[Foto: Espn.com]
FME News
E já está publicada mais uma edição do DEBATSPORTS sobre o Brasileirão 2009. Participem também da Seleção do Debatsports. Não perca!
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domingo, 8 de novembro de 2009
É o time da virada

Foram vários sentimentos. Tristeza, descontentamento, preocupação e tudo de ruim que um apaixonado torcedor poderia sentir ao ver seu time ser rebaixado. Mas nunca a descrença na volta. Muito pelo contrário. A torcida do Vasco se comportou “sempre do seu lado até o fim”...
Uma ligação muito forte entre torcedor e time jamais permitiu um afastamento um do outro. O clube nunca esteve sozinho. Mudou a presidência, mudou a diretoria, os jogadores, o técnico, mas os vascaínos clamaram: “minha vida é você”...
Os jogos que mais pareciam um pesadelo foram acontecendo e a presença deles sempre foi um fato. Fosse no Rio de Janeiro ou em outra cidade. Em São Januário ou no Maracanã. As arquibancadas cheias, com todos cantando, vibrando, empurrando... “A torcida do Vascão, sempre tão linda...”
“Nós viemos para te apoiar”. Sem dúvida nenhuma, esse foi o principal lema que culminou num fortalecimento cada vez mais evidente deste casamento. Mais uma vez o Gigante da Colina esteve em sintonia com sua gigante legião de aficionados.
O Vasco da Gama fez como tinha que ser. Um clube grande que é, garantiu sua volta ao seu lugar de direito, a elite do futebol brasileiro. E o melhor, foi na bola, dentro de campo, como tem que ser. Sem ajudas externas.

“Juntos vamos ganhar”. No dia 7 de novembro, com o Maraca lotado, numa vitória por 2x1 frente ao Juventude, torcedores e jogadores, juntos, venceram. Não foi apenas uma vitória, mas sim, a garantia da dignidade, da honra.
“Na alegria e na dor, o sentimento não pára”. Nas conquistas dos Campeonatos Cariocas ao longo desses anos, da Libertadores, da Mercosul numa das mais belas viradas do futebol mundial... Ou seja, em todos os momentos de alegria e felicidade a torcida esteve lá. Não ia ser nesse ano complicado, decorrente de vários problemas administrativos causados por uma infeliz presidência que passou pelo clube, que haveria um abandono. E não houve.
“Pois todo vascaíno,tem amor infinito”. Alguém duvida disso?
Parabéns a um dos maiores times desse país. Lugar de clube grande sem dúvida nenhuma é na primeira divisão. E quanto ao torcedor cruzmaltino, poderá curtir o restante desse ano gritando aos quatro cantos:
“Cantarei de coração...
Vasco da Gama!
Vasco da Gama!”

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Os jogos que mais pareciam um pesadelo foram acontecendo e a presença deles sempre foi um fato. Fosse no Rio de Janeiro ou em outra cidade. Em São Januário ou no Maracanã. As arquibancadas cheias, com todos cantando, vibrando, empurrando... “A torcida do Vascão, sempre tão linda...”
“Nós viemos para te apoiar”. Sem dúvida nenhuma, esse foi o principal lema que culminou num fortalecimento cada vez mais evidente deste casamento. Mais uma vez o Gigante da Colina esteve em sintonia com sua gigante legião de aficionados.
O Vasco da Gama fez como tinha que ser. Um clube grande que é, garantiu sua volta ao seu lugar de direito, a elite do futebol brasileiro. E o melhor, foi na bola, dentro de campo, como tem que ser. Sem ajudas externas.

“Juntos vamos ganhar”. No dia 7 de novembro, com o Maraca lotado, numa vitória por 2x1 frente ao Juventude, torcedores e jogadores, juntos, venceram. Não foi apenas uma vitória, mas sim, a garantia da dignidade, da honra.
“Na alegria e na dor, o sentimento não pára”. Nas conquistas dos Campeonatos Cariocas ao longo desses anos, da Libertadores, da Mercosul numa das mais belas viradas do futebol mundial... Ou seja, em todos os momentos de alegria e felicidade a torcida esteve lá. Não ia ser nesse ano complicado, decorrente de vários problemas administrativos causados por uma infeliz presidência que passou pelo clube, que haveria um abandono. E não houve.
“Pois todo vascaíno,tem amor infinito”. Alguém duvida disso?
Parabéns a um dos maiores times desse país. Lugar de clube grande sem dúvida nenhuma é na primeira divisão. E quanto ao torcedor cruzmaltino, poderá curtir o restante desse ano gritando aos quatro cantos:
“Cantarei de coração...
Vasco da Gama!
Vasco da Gama!”

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