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Um mito.



São impressionantes as marcas desse fenômeno das piscinas. Só nessas olimpíadas foram oito ouros: 4x100m medley, 4x100m livre, 100m livre, 200m borboleta, 200m livre, 200m medley, 4x200m livre e 400m medley. Completamente imbatível. Com certeza entra para focar de vez na história do esporte pelo mundo. Em minha opinião, é o Pelé da água.

Em três Olimpíadas –Sydney, Atenas e Pequim – são 14 ouros no total.




Ritual que sempre acontece antes de pular na piscina. Phelps ajeita os óculos colocando a língua pra fora.




Micheal Phelps e Garrett Weber-Gale comemorando a conquista do ouro por equipe no revezamento 4x100m livre.

Deve ser fácil competir tendo um mito na equipe.




Nos 200m borboleta, Phelps conseguiu a vitória com um centésimo de vantagem sobre o segundo colocado. O mito também possui superações no seu vasto repertório de conquistas.




Cena que só nesses jogos Olímpicos se repetiu oito vezes. Phelps no lugar mais alto do pódio cantando o hino americano.




Pulando em busca de suas vitórias. O impulso que o nadador toma já no início das provas, por si só impressiona bastante.




No total das três Olimpíadas disputadas, Phelps é o atleta que mais medalhas têm na historia dos jogos. São 14 ouros e 2 pratas.




Nas provas por equipes, os companheiros torcem por Phelps, mas também se impressionam.




Phelps comemorando mais recorde batido. Em Pequim foram sete no total. Apenas nos 200m borboleta o nadador americano não conseguiu repetir a façanha.




Em Pequim, Phelps é um dos atletas mais disputados pela imprensa mundial.

O blog “Futebol, Música e Etc.” aproveita para brindar esse mito olímpico. Parabéns Phelps.





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2 comentários:

Maldita Futebol Clube disse...

Pois é Wílson...bela matéria como sempre afiado em seu texto. Phelps é um "peixe" nato. Mas, como comento lá no Maldita, num país cuja orientação a prática desportiva vem da base, do alicerce da educação fica mais simplificado a ele chegar no alto do pódio. Não que ele não tenha tido esforço, não seja um mito, um fenômeno. Muito longe disso. Apenas que os meios para ele alçar tais vôos são extremamente mais fáceis e acessíveis,por exemplo, que os do César cielo, que teve que sair de seu país, deixar a família de lado para desenvolver sua aptidão naturalç. Imaginem se o Phelps tivesse que sair dos EUA para isso? Seria ele o mesmo mito? tenho minha dúvidas, caro colega. Brilhante post...sds vascaínas...Leandro

Carlão Azul disse...

A feiúra do Phelps é proporcional ao seu talento.
UGH!!

Saudações Celestes
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