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Um capítulo à parte na carreira de técnico


Para não deixar dúvidas sobre a qualidade de Luis Felipe Scolari, temos inúmeras provas enquanto ele esteve no Brasil. Criciúma, Palmeiras, Grêmio e Cruzeiro foram os times que ele trabalhou e conquistou importantes títulos

Felipão teve duas chances para demonstrar seu trabalho como técnico de futebol na Europa: uma com a seleção de Portugal, onde ele tornou uma desconfiança inicial em aclamação por parte dos portugueses. Virou um Deus no país luso. O outro trabalho foi à frente do Chelsea. Nesse, o Big Phill, acabou sucumbindo.

Apesar da resultante negativa após ter deixado o time londrino, em contrapartida havia um bom histórico no comando da seleção portuguesa. Dava para o técnico brasileiro continuar na Europa, mesmo que não fosse num time de ponta. Falta-lhe ainda, experiência num país que além de ter outras culturas (mesmo futebolísticas) tenha outro idioma. Lógico que não estou falando do Uzbequistão.

Mas não podemos ignorar o seguinte fato: alheio aos interesses de outras pessoas pode ter surgido uma escolha a ser feita na vida de Luis Felipe, que é sobre a satisfação pessoal ou o ganho financeiro. Se ele tomou a iniciativa de dirigir o Bunyodkor e assim, conseguir tornar mais gorda sua conta bancária, nada tenho a ver com isso. Só acho estranho que, ele também poderia faturar num time mediano do velho mundo. Enfim, é mais um profissional qualificado que ficará um pouco sumido das óticas centrais do futebol.

[Foto: Globoesporte.com]

Um comentário:

Persio Presotto disse...

o felipão foi pra onde foi por falta de espaço no mercado inglês. abs, pp